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Tudo o que você precisa saber antes de começar a praticar Yoga

Ainda que você não seja muito ligado em assuntos espiritualistas ou esotéricos e terapias alternativas de autocontrole e autoevolução, certamente pelo menos já ouviu falar em Yoga.

Com toda certeza, já viu também imagens de exercícios diferentes, praticantes equilibrando-se em apenas uma das pernas enquanto o pé da outra se apoia no joelho, braços esticados para cima e olhos fechados.

O Yoga para iniciantes tem dessas coisas: causa surpresas e curiosidades. As pessoas se perguntam:

Como é possível alguém permanecer em equilíbrio assim”?

E complementam:

– “…e ainda fazer isso com tanta naturalidade?”

Bem… Yoga para iniciantes pode ser um conjunto de situações surpreendentes, mas, para quem está envolvido há algum tempo nesse universo, é estilo de vida simplesmente ininterrupto, ou seja, uma vez iniciado, não se quer parar nunca mais.

Alguns  chegam até mesmo dizer que é “viciante” e há uma explicação científica para esse estado. Vamos discutir isso posteriormente.

Trata-se, em suma, de nova atitude ou conduta comportamental que promove autoconhecimento, relaxamento mental e físico. Os benefícios do Yoga, portanto,  tornam-se claros na aparência, na postura, na saúde orgânica e mental.

Quando se é novato, a cena em uma sessão de Yoga pode ser intimidante, em especial quando se entra pela primeira vez no ambiente de aula — ou mesmo quando você pratica em casa sozinho.

Reconhecemos que, para alguém que nunca esteve nesse mundo antes, isso tudo pode parecer inacessível e surpreendente.

Mas, apesar dessa primeira impressão, esse universo é plenamente acessível para pessoas de todos os níveis sociais, origens étnicas, faixas etárias e até mesmo estado de saúde física e mental. Aliás, o Yoga ajuda justamente no sentido da saúde física e mental.

Por outro lado, uma vez iniciadas as aulas e conhecidas as primeiras instruções, a maioria imagina que é muito simples saltar de níveis ou até mesmo apenas acompanhar por vídeo de Yoga para iniciantes em casa.

O que temos a dizer sobre isso é que é bom saber exatamente o que você vai enfrentar, o que pode esperar.

Para ajudar quem ainda está começando nesse surpreendente mundo de autocontrole e condicionamento físico, vamos discutir aqui algumas ideias, dicas e conceitos sobre ele. Lembramos que um de nossos textos futuros vai comentar mais sobre Yoga para iniciantes.

Como começar no Yoga

aula de yoga

 

  • Vídeos

 

Especialistas, aqueles bons, acabam se rendendo ao poder da internet, especialmente a área de vídeos. Instrutores, aqueles bons, acabam indicando esses vídeos como primeiros passos para entender, assimilar um pouco do que realmente seja o Yoga.

Pesquise na internet características de bons videomakers. Não se preocupe exatamente com a qualidade do vídeo, mas com o conteúdo.

Passe algumas horas observando atentamente as instruções. Perceba o gestual, simpatia, preocupação em mostrar realmente algo interessante e não apenas seu conhecimento pessoal.

Afinal, uma das prerrogativas do Yoga é também controle do ego como meio de evitar manifestação de necessidades pessoais. Instrutores que falem mais de si que do exercício tem problemas para ensinar.

Se tiver iniciativa de repetir alguns exercícios iniciais, preste toda atenção do mundo aos detalhes das dicas do professor e prefira se envolver inicialmente apenas em movimentos simples. Caso contrário, vai correr o risco de desanimar com a complexidade ou até mesmo ganhar alguma lesão pelo despreparo físico.

 

  • Conheça a história do Yoga

 

Confira a filosofia do Yoga. Compreenda a história e assimile um pouco da postura dos grandes mestres e seus pensamentos.

Isso vai ser extremamente útil durante o processo de conhecimento de cada postura e de cada movimento.

Alguns deles podem parecer meio inócuos, mas, sabendo um pouco da filosofia Yogue, você vai assimilar facilmente a necessidade de haver certos movimentos.

Refletir sobre práticas como não violência, não apego, distanciamento de entraves, etc, podem ser vistos como pensamentos e ações gentis e compassivos dirigidos a si e aos outros.

Certamente sua imersão nos calmos mares do Yoga pode se tornar muito mais agradável e sustentável.

  • Professor individual

Depois de assumir as primeiras noções sobre o Yoga, busque um instrutor individual, uma espécie de Yoga personal instructor.

Estamos quase certos de que ele terá enorme satisfação em oferecer as primeiras instruções mesmo que você não disponha de condições financeiras para suprir essa individualidade.

Cada um de nós é único em nossa capacidade de receber instruções verbais e manuais e interpretá-las; por sua vez, cada instrutor tem sua própria maneira de ensinar, de transmitir conhecimento.

Assim, com poucas aulas individuais, você vai poder analisar o poder de empatia entre ambos. E é importante que ela aconteça!

Mais ainda, a história de nosso corpo é construída dia a dia e cada um a conhece como ninguém, claro, tanto física como mentalmente.

O desgaste diário que ele tem experimentado afeta como as sensações e impressões se comportam dentro dele. Ou seja, nem todas as posturas físicas do Yoga são adequadas para todos.

Isso se dá porque o Yoga é único entre os indivíduos. Instrutores renomados dizem que nada há nada melhor que a prática, contudo a prática inicial mal conduzida pode levar a cargas físicas desnecessárias que desestimulam o aprendiz.

  • Analise o professor

Você é aprendiz, é iniciante. Sua postura inconsciente é de submissão e de achar que o professor está certo em tudo o que diz e faz. Entretanto, é seu direito buscar informações, questionar, perguntar, observar.

Os professores qualificados sempre oferecem adaptações para os recém-chegados ou para aqueles com alguma espécie de limitação física.

Além disso, são pacientes, cordatos e humanos justamente porque isso tudo está nos princípios do Yoga.

Você precisa confiar no instrutor. Afinal, está entregando a ele boa parte de seu bem-estar físico e mental.

 

  • Pré-avaliação de condições físicas

 

Quando você inicia no Yoga, normalmente se sente apto ultrapassar os limites porque muito dos ensinamentos intrínsecos da filosofia inferem poder individual sobre o próprio corpo e personalidade. Isso pode ser um grande engano e grande perigo.

Seu corpo é uma complexa unidade de células, músculos, neurônios e ligamentos. Deve ter passado anos e anos sem grandes atividades ou sob atividades que não tenham requerido consciência de alguma limitação.

Pode ser que, por questões de mecânica corporal, as pontas de seus dedos da mão não possam chegar às dos pés estando sua perna completamente estendida; pode ser que você tenha alguma restrição pneumônica e não consiga respirar adequadamente – e saiba que “respiração” é elemento crucial para os exercícios do Yoga.

Então, anote todo tipo de limitação que eventualmente você conheça de si mesmo e que algum exame médico tenha diagnosticado. Informe todos, sem parcimônia, a seu instrutor de Yoga.

São informações valiosíssimas que auxiliam sobremaneira na indicação de certas posturas para você.

 

  • Equipamentos iniciais

 

Via de regra, a prática de Yoga não exige qualquer equipamento especial – exceto, talvez, durante o Yoga com aparelhos segundo o método Yvengar.

Entretanto, considerando que o Yoga contém exercícios mentais coadunados com exercícios físicos, quanto mais confortável você se sentir, melhor será para o desenvolvimento da prática.

Nesse caso, considere a possibilidade de adquirir roupas adequadas, que permitam liberdade de movimentos, não incomodando em momentos de dobradura de joelho, cotovelos, espinha dorsal.

Adquira também uma esteira ou tapetinho (mat) que não incomode sua pele, de forma que exercícios horizontais sejam praticados de maneira natural e sua concentração não seja interrompida por desconfortos musculares.

tapete de Yoga

Normalmente, as academias oferecem todos os adereços necessários que podem estar ou não incluídos no valor da mensalidade. Caso não estejam, é possível alugar por poucos reais a mais.

Todavia, especialistas incentivam alunos particulares a usar itens domésticos em vez de gastar dinheiro em adereços, isso quando as aulas são ministradas em casa, claro.

Cadeiras, tapetes, travesseiros, toalhas etc, podem ser úteis durante as aulas como apoio ou proteção. Não se esqueça de se preocupar com segurança.

Assim, cadeiras e mesas de centro, chãos frios, etc, precisam ser avaliados a fim de não causarem qualquer empecilho.

 

  • Disciplina

 

Um praticante de Yoga é, antes de tudo, disciplinado. Segue horários, aceita críticas, adapta-se a sugestões, acorda cedo, etc.

Analise friamente se esse conjunto de atitudes é conveniente para você. Para o Yoga, disciplina é a chave para bom desenvolvimento prático.

Chegue ao local da aula com vários minutos de antecedência. Assim vai se familiarizando com o ambiente, conhecendo colegas, descobrindo o clima de amizade e complacência entre todos. Além disso, vai ter tempo para preparar seu local de atividades. Evite as conversas em tons elevados!

 

  • Paciência consigo próprio

 

O tempo para atingir um nível em que você possa se sentir orgulhoso de si mesmo é variável. Depende muito daquela “história corporal” de que falamos acima.

Assim, não se preocupe se seu colega chegou a um estágio superior em pouco ou menor  tempo. O seu tempo é seu tesouro e sua regra. É seu corpo que vai definir o tempo e não o tempo que vai caracterizar seu corpo.

Essa questão é muito individual, mas geralmente após menos de dez aulas você já vai começar a se reconhecer como elemento participante e ativo.

Permita que seja uma grande experiência; tenha seus objetivos, mas não seja rígido. Tenha em mente que, como em qualquer situação que valha a pena, é um processo e não só você, todos querem que seja agradável.

 

  • Vários estilos de Yoga

 

Existem muitos estilos diferentes de yoga, estilos de estrutura de escola, estilos de ensino e personalidades de professores. Se alguma situação dessas não estiver convincente ou adequado para você, mude.

Vá mudando até encontrar um local com ambiente e pessoas que atraiam sua simpatia.

É condição ideal para entrega total, para confiança total, para desenvolvimento total.

Entretanto, sempre antes de mudar de professor ou de ambiente ou de turma, verifique se o problema não está em você mesmo. Capacidade de autoanálise é também condição crucial para boa desenvoltura durante as aulas. Afinal o Yoga vai lhe ensinar a se autoconhecer!

Alimentação e prática de Yoga

Yoga é atividade de autoconhecimento e consequente autocontrole, como temos dito ao longo deste texto.

Psicólogos são unânimes ao instruir que a relação do ser humano com sua alimentação se dá muito mais no campo da compensação psicológica que propriamente da nutrição.

Ou seja, a comida é usada para compensar frustrações, acúmulo de percalços, estresses, problemas de relacionamento. É como se fosse válvula de escape, pois o estado de saciedade estimula o cérebro/mente a imaginar que os problemas foram resolvidos.

Nesse contexto, o Yoga colabora para que essa necessidade seja suprida. Ao incentivar o ego ao autocontrole e constante harmonia consigo mesmo e com o todo, aquele estado de tranquilidade, antes causado pelo alimento, é então conseguido pelo próprio ato da autoconquista e da percepção de que você é dono de seus instintos e de suas próprias necessidades. Não o contrário.

Dessa forma, os praticantes de Yoga normalmente são bastante frugais e boa parte é, inclusive, vegetariana. Isso não é regra, não é imposição.

Porém, ao longo do aprendizado – em especial o filosófico -, muitos vão se desligando naturalmente da ingestão de carne e seus derivados.

Mas sem trauma, sem hipocrisia, sem desconforto social.

Não é recomendado participar de sessão de Yoga logo após alimentar-se. Sendo o Yoga atividade de reposicionamento de postura física, constantemente a ação do diafragma – músculo de sustentação dos pulmões – é requerido na curvatura frontal da espinha dorsal e na curvatura lateral dos quadris.

Elaborar tais movimentos com o estômago cheio não é saudável nem prático. Se estiver faminto, prefira uma fruta até 15 minutos antes do início da sessão, preferencialmente banana.

Quanto à água, altamente benéfica para o corpo e encarada como um dos quatro elementos naturais e sendo o Yoga estruturado para manter constante contato com a natureza, convém hidratar-se bem antes de cada sessão. Não durante as mesmas. Nem precisa  levar garrafinha de água para sua prática, se vc hidratou-se antes, adequadamente. Quanto menos elementos para distraí-lo, melhor para o aprendizado do mergulho para dentro de si mesmo..

Além disso, segundo estudos, o calor corporal é elemento importante no processo de concentração; a água pode esfriar o corpo e dificultar esse processo.

Respiração tem importância crucial na prática do Yoga

aula online de yoga

É possível que a primeira instrução de seu professor refira-se ao aprendizado da respiração.

Sim… a maioria das pessoas não sabem respirar, não usam todo o potencial pulmonar.

Você vai ficar surpreso com alguns detalhes, especialmente quando aprender o método quaternário respiratório. Trata-se de respiração rítmica a cada 04 segundos – lembre-se de que o ato de respiração se constitui de inspiração e expiração.

Esse método harmoniza as batidas cardíacas com o processo respiratório, de maneira que a oxigenação do sangue seja o mais eficaz possível e as paredes pulmonares se dilatem na medida certa.

Dê-se à satisfação de ser iniciante

Não se preocupe em aprender rapidamente. Aliás, para o Yoga, tempo é elemento de estudo filosófico. Você passa a assumir relação mais intensa e cordial com o tempo.

Manifeste ao instrutor seu interesse em aprender cada vez mais; em pouco tempo, vai deixar de ser aprendiz. Mas, até lá, necessita lançar mão de humildade – e da confiança no instrutor como falamos acima.

Adquira aos poucos postura positiva em relação ao seu potencial a fim de cadenciar o aprendizado em ritmo adequado.

Reverencie a prática do Yoga – “mente de iniciante” significa dirigir-se a sua esteira sem noções preconcebidas sobre o que pode ou não pode realizar ou posições que pode ou não pode fazer. Mantenha essa perspectiva positiva e deixe as expectativas na porta. Isso resultará na melhor experiência possível.

Veja algumas questões que iniciantes normalmente levantam

aula de yoga

 

  • Praticar Yoga dói?

 

Sim, mas apenas se não houver respeito aos próprios limites. Somente sob essa circunstância uma sessão de Yoga dolorido incomoda.

Mencionamos ao longo deste texto que Yoga é harmonia consigo mesmo e com o todo. E que também a história de seu corpo pode resultar em desconfortos não sentidos até o momento em que se precisa ultrapassá-los.

Os movimentos de Yoga são lentos e leves. Assim, é possível facilmente identificar o limite do alcance muscular. Não o ultrapasse bruscamente. Você vai conseguir ultrapassar, mas com o transcorrer dos exercícios.

  • É normal não alcançar os pés?

 

Plenamente normal. E voltamos à questão da história corporal. Durante anos, a espinha dorsal ficou limitada a movimentos rotineiros, sem ser incomodada com maiores esforços. Aos poucos, foi acomodando músculos a essa rotina.

Com o tempo, certamente as mãos vão alcançar os pés enquanto as pernas estiverem totalmente eretas, mas isso depende de muito exercício.

Por isso, alongamento no Yoga é de extrema importância, pois evita lesões leves ou sérias nos músculos. Atente-se para isso.

Por outro lado, considere a possibilidade de se consultar com um ortopedista a fim de se assegurar de que a história corporal não tenha causado limitação definitiva em sua espinha dorsal, caso tenha algum histórico patológico.

Há casos em que o aprendiz passa anos sem conseguir alcançar os dedos dos pés, mas isso é por causas mecânicas impeditivas de posição mais intensa. e não é isto que vai impedir você de avançar em muitos outros aspectos desta prática e filosofia de vida!

  • Como obter o efeito do Yoga?

 

Você precisa unicamente de uma característica: constância de vontade. Reconhece-se que – inicialmente e em poucos casos – há certo desconforto tanto emocional quanto físico em função do ambiente novo e inusitado. Mas é facilmente contornado em poucas horas e, em muitos casos, em poucos minutos.

  • Quais os efeitos da prática do Yoga?

 

Os bons efeitos do Yoga sobre o ser humano são inumeráveis. Se você perguntar a uma quantidade enorme de praticantes, verá que cada um tem uma resposta segundo suas próprias experiências e necessidades e todas elas positivas em relação à prática do Yoga.

É possível também dividir os benefícios em três alcances:

Físico

O tônus muscular é um dos itens mais beneficiados pela prática. Além disso, alonga musculatura, amplia capacidade de agilidade e resistência físicas, aumenta potencial pulmonar, intensifica o sistema cardiovascular – incluindo circulação sanguínea – melhora a postura física – especialmente da coluna , estimula oxigenação dos ligamentos, elimina sensação de cansaço, massageia órgãos internos – incluindo glândulas essenciais – dentre muitos outros.

Psicológico

Eleva a autoestima por conta dos limites ultrapassados, redireciona visão sobre si mesmo, minimiza estresse e chega a anulá-lo em muitos casos, elimina sensação de inutilidade pessoal, amplia capacidade de análise de situações vitais, reconduz a condição de aceitação pessoal e social, dentre muitos outros efeitos.

Mental

Harmoniza o praticante com o meio em que vive, (res)socializa-o perante amigos e parentes, possibilita e induz integração com a natureza – incluindo animais em geral -, reforça estado de felicidade, minimiza tensão diante de conflitos, dentre outros muitos efeitos.

Todos esses benefícios juntos acabam surtindo excelentes efeitos colaterais, como melhora no processo digestivo e no sistema epitelial (pele), etc.

  • É preciso alguma condição especial?

 

Exceto seu próprio conhecimento sobre as próprias limitações, nenhuma condição especial é exigida. Nem mesmo crenças, pois o Yoga não é sistema religioso ou esotérico. É sistema de vida, filosofia de postura física e mental.

  • Yoga acalma a mente?

 

Esse é praticamente o objetivo principal do Yoga: acalmar a mente e elevar o nível de tranquilidade cotidiano do praticante. A relação Yoga-mente-corpo é única e conduz exatamente à paz de espírito e de mente tão buscada nos dias atuais.

  • Yoga controla a ansiedade?

 

Certamente. Uma vez atingido o estágio da mente calma, a condição de ansiedade tão facilmente sentida atualmente é anulada.

  • Yoga diminui o estresse?

 

Diz-se na gíria que Yoga e estresse são como o sol e a lua. Vivem equidistantes e jamais no mesmo ambiente. O Yoga alivia o estresse em poucas sessões de prática.

  • Quantas vezes por semana deve praticar Yoga?

Além de todas as características fantásticas elencadas neste texto, o Yoga ainda oferece liberdade de prática.

Não há uma quantidade mínima ou máxima que limite as sessões. Isso é pessoal e depende de sua disponibilidade. Praticar Yoga é estado de liberdade.

Há pessoas que não conseguem passar um dia sem pelo menos alguns minutinhos de prática; outras o praticam uma vez por semana.

Entretanto, especialistas recomendam que ideal de sessões de Yoga para iniciantes sejam duas ou três vezes por semana. Com o tempo e com a adaptação, aumenta-se ou diminui-se a quantidade de sessões.

Pratique Yoga. Os benefícios que você vai conseguir são extremos. No mínimo, alívio de estresse. A prática é altamente recomendada por psicólogos, psicanalistas, terapeutas.

A leveza de ser enaltece a leveza da vida do praticante de Yoga.

Tenha excelente desenvolvimento!

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